Podem não acreditar mas, só há cerca de um mês, é que partilhei (e que me lembrei) que fazíamos este ano 10 anos de marca Inês Rebelo. Quem me conhece facilmente me reconhece nesta lembrança. Poderia ser só mais um ano mas é, de facto, um marco que merece uma celebração. E a equipa obrigou-me a parar, forçou-me a olhar para dentro e a fazer uma profunda reflexão sobre o que significavam 10 anos da marca Inês Rebelo.
É difícil, no entanto, fazer esta análise. Nós vivemos o dia-a-dia, com uma preocupação genuína pelas pessoas, seja ela sobre a dinâmica profissional-cliente, os resultados dos tratamentos, o ambiente em que recebemos, o cuidado com que acompanhamos ou até sobre como gerimos a equipa e como entregamos valor. Há uma ambição profundamente enraizada no one-to-one, por isso, aquilo que aparentemente parece ser uma pequena conquista, seguramente, para nós, será uma das maiores.
Lembro-me do dia em que deixámos de atender clientes depois das 16h. Lembro-me do dia em que sentimos que estávamos em condições de deixar de trabalhar aos Sábados e lembro-me tão bem da reação da Helena. Lembro-me do meu primeiro antes e depois e do nome da cliente. Lembro-me do dia em que recebemos 60 contactos em 24h. Mas não me lembro do dia ou do ano em que saiu o meu primeiro artigo na Vogue Portugal.
Percebo agora que, tudo o que colocámos na marca, foram pequenas conquistas. E foram elas que transformaram estes 10 anos num marco que merece ser visto e partilhado.
10 anos de marca Inês Rebelo, 10 anos de facialismo em Portugal. Continue a acompanhar a história, brevemente no blog The Skin Edit.